Técnica, princípios, minúcia, precisão, são base para um trabalho pautado no Pilates e todo bom profissional já deve usá-los em suas aulas, porém, será que nos atentamos ao desafio?

O desafio é inerente ao método, dirá a maioria, no entanto estamos falando do desafio para quem já se desafia, escolhendo o Pilates como prática, o desafio como forma de ir além de onde já chegou, de sair do lugar comum, de transpor as barreiras que os próprios exercícios sugerem através da melhor execução, melhor organização, melhor condução, coordenação, respiração, enfim, causar o efeito de se querer saber mais para ir além.

Este meu questionamento surgiu da necessidade de sair da homeostase em todos os sentidos, quando ministramos aulas temos que ter o compromisso de modificarmos algo em nossos clientes, física e mentalmente. Tenho visto muitas aulas que causam pouca ou nenhuma diferença sobre todos os aspectos.

Alguns trabalham com a dor, nesse caso onde encontraríamos o desafio? Em transpô-la, aliviá-la, ir um pouco adiante a cada respiração, a cada movimento, a cada exercício, usar a motivação contra a dor facilita, inclusive a recuperação.

Em anos ministrando aulas de Pilates pude compreender que devemos sempre mostrar o passo seguinte para incentivar nossos alunos, aquele exercício que ainda não será executado nesta aula, que é a variação mais avançada daquele que se está realizando, mas que é onde queremos chegar brevemente, provocando a curiosidade se um dia ele terá a capacidade de também realizá-lo adequadamente.

Nas minhas montagens de aula sempre deixo espaço ao “desafio”, que é o instante em que um ou mais exercícios são usados com o sentido motivacional, estimulador, encorajador, tendo como premissa o que mais queremos com aquele cliente, quer seja propriocepção, força, coordenação apurada ou a integração dos princípios num exercício complexo, claro, adequado à capacidade de o cliente realizá-lo ou quase realizá-lo, afinal de contas é um desafio!

O mais importante é que a cada vez que se usam estratégias desafiadoras trazemos o cliente para mais perto de nós, este vínculo, misto de confiança e capacidade de estimular com consciência, nos torna mais parceiros, mais mestres e até mais amigos, além de conduzi-lo sem fronteiras aos seus e aos nossos objetivos.

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George, um eco empreendedor de 6’4 “, chega para a sua nomeação de Pilates movendo-se com cautela. Sua parte inferior direita se sente vulnerável como se pudesse sair a qualquer momento. O parceiro de George, que vem às sessões várias vezes por semana, incentivou George para tentar Pilates. George agenda suas nomeações entre viagens de negócios, com uma média de duas vezes por mês.

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