Estudos comprovam que música ameniza problemas de saúde

“A música é capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria”, Beethoven – um dos maiores compositores do mundo, que superou uma surdez e cuja obra atravessou séculos e continentes para tornar a vida de muitas pessoas realmente especial.

Inúmeras pesquisas surgem em vários pontos de nosso planeta para comprovar o que a população diariamente experimenta e utiliza em suas vidas. E alguns destes estudos apontam o poder da música nas nossas vidas. É o caso da pesquisa feita pelo Programa de Oncobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que expôs células ligadas ao câncer de mama à 5ª Sinfonia de Beethoven e a Atmosphères de György Ligeti. O resultado surpreendeu: 1 em cada 5 células desapareceu e as sobreviventes diminuíram de tamanho. Drª Márcia Capella, coordenadora do estudo e do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, tenta comprovar que “a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo”. A pesquisa prossegue em andamento.

Música é o resultado de vibrações sonoras – que podem atuar de formas diferentes em corpos de todas as esferas – e a combinação de ritmo, harmonia e melodia, com o potencial de impactar o ouvido de seres vivos como um todo. É a organização temporal de sons e silêncios. É uma manifestação artística e cultural de um povo, em determinada época ou região, utilizada principalmente para expressar sentimentos, emoções. Ao longo dos anos, passou a ser utilizada além da arte, como possibilidade de: elevação espiritual; uso militar, científico, esportivo, educacional, organizacional e social; motivação; superação; saúde ou terapia. Mas vale lembrar que a Musicoterapia deve ser aplicada por profissional Musicoterapeuta qualificado.

A música também alivia dores espirituais, emocionais, psicológicas e físicas. A ciência vem apresentando provas e estimulando também o uso da música para intervenções cirúrgicas, alívio e até mesmo eliminação de dores físicas.

É o caso de uma outra pesquisa, feita pela Universidade Queen Mary, em Londres, que apontou que ouvir canções suaves antes, durante e depois de uma operação pode ajudar a reduzir a dor.

Na área de neurociência, uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha demonstra que quando você se move em sincronia com outra pessoa, seu cérebro começa a criar uma névoa na sua percepção de si mesmo. Você passa a pensar que os outros se parecem mais contigo e compartilham das suas opiniões. E a música é o melhor meio para isso. A participação ativa na música aumenta seu impacto, mas ouvir uma canção que produz um “prazer intenso” aumenta a solidariedade, a percepção do outro e, consequentemente, o altruísmo tão necessário ao planeta neste momento.

Em nossos tempos atuais, vemos o encontro da ciência com a arte e com a sabedoria popular. A ciência vem comprovando o que empiricamente utilizamos para uma melhoria na qualidade de vida em todos os aspectos. O que nos deve trazer segurança e mais conhecimento no uso desta “linguagem divina”, a música, para nosso bem individual e coletivo todos os nossos dias. Sabiamente devemos utilizá-la. Adequá-la. Temos meios suficientes para isso. Música, todo dia é dia. Mas saibamos utilizá-la e transcender.

“Música pode nos tirar da depressão ou nos levar às lágrimas – é um remédio, um tônico, um suco de laranja para o ouvido. Mas para muitos dos meus pacientes neurológicos, música é ainda mais – ela pode dar acesso, mesmo quando nenhum medicamento consegue, ao movimento, ao discurso, à vida. Para eles, música não é um luxo, mas uma necessidade”. Oliver Sacks, neurologista inglês, radicado no EUA e escritor referência mundial. Trabalhou muitos anos com a Musicoterapeuta americana Concetta Tomaino.

FONTE: www.personare.com.br

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